Tradução bem livre de um pedaço de artigo do Metamagical Themas:

“Raymond Smullyan, no seu livro ‘Esse livro não precisa de um título’, dá um exemplo perfeito. É uma história de dois garotos brigando por um pedaço de bolo. Billy quer o pedaço todo; Sammy diz que eles deviam dividir o pedaço igualmente. Um adulto aparece e pergunta o que está acontecendo. Os garotos explicam, e o adulto diz: ‘Nem ao mar, nem à terra – vocês precisam achar uma solução de compromisso. Billy fica com 3/4 do bolo e Sammy, com um quarto’. Esse tipo de história parece ridículo, mas é o que acontece de novo e de novo no mundo, com valentões e bullies forçando pessoas mais dóceis e suaves. A ‘posição do meio’ é calculada pela média de todas as posições tomadas juntas, as ultrajantes e as sensatas, e quanto mais se grita, mais se é ouvido. Pessoas políticas aprendem isso cedo e se usam disso; idealistas aprendem isso tarde e se recusam a aceitar. Os idealistas são como Sammy, e eles sempre se ferram.”

Às vezes eu tenho mesmo essa impressão de que é levado a sério quem grita mais alto, e que a posição do meio é só a posição do meio, não a mais sensata. Então eu fico achando que eu deveria ser femista em vez de feminista, mas isso não faria o menor sentido. Então não sei como faz.

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3 thoughts on “

  1. Taih uma verdade! Mas o femimimismo é uma briga minha, sua, das nossas irmãs e vai continuar sendo uma briga das nossas filhas, sobrinhas e amigas delas e quem mais vier nas proximas gerações. Talvez hoje sejamos 1/4, mas um dia chegaremos aos 3/4. No grito, talvez! Idealista, né? kkkkkk aff

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