Deutsch Kurs

Resolvi que depois de toda aula vou postar alguma coisa interessante que eu tenha aprendido. Daí eu tenho que achar alguma coisa interessante na aula, escrevo a respeito, e de brinde vocês ficam sabendo : )

Na primeira semana, estávamos discutindo sobre religião. Aqui na Alemanha, você se declara oficialmente de uma determinada religião (opa, já vi isso antes) porque no seu imposto de renda, tem o imposto religioso. Pelo que eu li na Wiki, entre 8 e 9% do seu imposto vai pra igreja. A professora não soube confirmar, porque ela não paga. E nem eu. Aqui, a igreja não tem isenção de imposto, e o dinheiro dela vem praticamente todo dos fiéis.

É meio como se eles considerassem a igreja como um clube, e quem quiser ser membro tem que pagar mensalidade. Quando eu penso sobre o meu grupo de jovens, e nas várias atividades bem bacanas que a gente fazia, acho que faz todo sentido.

Daí segue, meio obviamente, que se você quiser batizar seu filhote na igreja, um dos pais tem que ser ‘cadastrado’. Mas o que não é tão óbvio é que, se você quiser que sua filha estude em igreja católica (ou protestante, ou judia), um dos pais também tem que ser pagante.

Ah!, pra ser madrinha, paga também!

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die Taufe – o batizado
die Kommunion – a primeira comunhão
die Firmung – a crisma

The Genderbread Person, v2.0

Genderbread-2.1

Eu amo essa figurinha!

Eu amo essa figurinha porque ela mostra que nada tem a ver com nada, e que não existe fórmula certa.

Uma coisa é gênero biológico. Isso tem a ver com os genitais com os quais você nasceu.

Isso não tem nada a ver com identidade de gênero, que é como você se sente – você pode se sentir uma mulher independente do seu gênero biológico. Você pode não se sentir nem homem, nem mulher, muito antes pelo contrário. E isso, de novo, não tem a ver com seu gênero biológico.

Que não tem nada a ver com o gênero das pessoas por quem você sente atração. Você pode se atrair por pessoas mais masculinas, mais femininas, por ninguém, por todo mundo, por quem é caolho, por quem gosta de Game of Thrones, e isso não tem nada a ver com o seu gênero biológico e com a sua identidade de gênero.

Que, por fim, não têm nada a ver com como você expressa seu gênero – se você gosta de azul, rosa, verde ou roxo, se você quer ou não ter cabelo longo, se você quer andar de saia, se você quer ser delicada ou truculenta, se você quer brincar de boneca ou de abominável monstro das neves.

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Mohmoooh, momoooh, momo-momomoooh.

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Pra mim foi importante descobrir esse bonequinho ai porque pra mim nada disso e’ obvio. A primeira vez que eu ouvi falar de uma mulher trans lesbica, eu fiquei de cara. Mas como assim? Mas pra que? Pra mim e pra muita gente que eu conheco, essas coisas se alinham mais ou menos como a sociedade manda e eu nunca ficava pensando demais nessas separacoes. Mas saber que sao coisas separadas ajuda a entender que qualquer combinacao e’ tao valida e digna de respeito quanto as outras.

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Dito isso, eu acho que esse negócio de expressão de gênero é tudo balela. Isso só existe porque a gente acostumou que ‘menina é assim’ e ‘menino é assado’. Se não tivéssemos tantos estereótipos de gênero, não faria sentido existir essa diferenciação.

Logo, se você ainda não tem uma boa razão pra ser contra estereótipos de gênero, lhe dou essa: que tal simplificar essa bagunça de gênero?

…and let the words fall out

No dia 29 é o dia da visibilidade trans e meu objetivo era já ter começado a semana ontem – mas antes tarde que mais tarde!

Como também estou lendo um capítulo do Dan Ariely sobre como a gente tende a se compadecer quando a história é pessoal, e como somos mais frios e racionais ao lidar com estatísticas, vou começar com um vídeo lindo da <3 Laverne Cox <3.

Pra quem não entende inglês, segue minha tradução muito livre:

“Houve um momento, há uns 10 anos atrás, que eu estava andando até o metrô, em Upper West Side. Era 4 de julho, e eu estava usando um vestido vermelho, azul e branco – tão patriótico – e eu passei por esses dois caras, um parecia latino e outro parecia negro. O cara latino disse (ela faz umas vozes ótimas), yo, mama, posso te passar uma cantada? E o cara negro disse,’opa, cara, ela é um t…’. E aí o cara latino disse, ‘não, cara, é uma vadia’. E o cara negro disse, ‘não, é um t…’, e aí eles começaram a discutir. Eles começaram a discutir se eu era um t… ou uma v…. (ai ela faz uma carinha de ‘isso não é ótimo!’ e balança a cabeça pros lados) Que opções adoráveis. E eu estava lá só esperando o sinal mudar de cor, pensando ‘por favor, abre, sinal, deixa eu atravessar’ porque eu só precisava atravessar a rua. E finalmente o cara latino virou pra mim e disse, ‘você não é um t…, é?’.

Esse momento é indicativo de um moooonte de assédio de rua que eu já tive que sofrer. E esse assédio começou primeiro porque esses caras me acharam atraente, porque eu sou uma mulher, e aí eles perceberam que eu sou trans, e aí virou outra coisa. Se transformou em outra coisa. Tantas mulheres trans têm que passar por isso. Mês passado em Nova Iorque uma jovem chamada Islan Nettles estava andando na rua, em Harlem, com um amigo, e foi cantada por uns caras, e eles perceberam que ela era trans. E aí bateram nela. Até a morte.

Em 2011 uma mulher trans chamada Amanda Milan, que eu conhecia mas não muito bem, uma coisa similar aconteceu com ela perto de Times Square. E ela foi apunhalada até a morte. É frequente (aí ela respira pra não chorar) – nossas vidas estão frequentemente em perigo. Simplesmente por sermos quem somos. Porque somos mulheres trans.

Tem muitas identidades e muitas opressões que se cruzam, e que fazem isso acontecer. Aquele momento em que eu fui chamada ou de v…, ou de t…, foi um momento no qual misoginia se cruzou com transfobia, e com um bocado de racismo. O pedaço racial na verdade é bem importante, porque eu converso com um monte de mulheres trans brancas que não sofreram tanto assédio de rua quanto eu sofri – e eu já arranjei problemas por dizer isso em público: por dizer que muito do assédio que eu sofri veio de caras negros, e não é pra sugerir que os caras negros sejam mais homofóbicos ou transfóbicos do que os outros, porque eu não acredito nisso. Mas existem alguns caras negros homofóbicos ou transfóbicos. E eu acho que a razão pra isso é que existe um trauma coletivo com o qual um monte de caras negros têm que lidar nesse país. Isso vem da época da escravidão, da época de Jim Crow. Muitos de nós sabemos que durante essa época, muitos corpos negros, usualmente corpos negros masculinos, eram linchados. Nesses linchamentos, às vezes os genitais dos homens eram cortados fora e vendidos. Então existe um certo medo e uma certa facinação com a sexualidade de um homem negro. Eu acredito que muitos caras negros sentem que houve essa emasculação histórica dentro da supremacia branca. E acho que muitos caras negros, lidando com stress pós-traumático, vêem um corpo trans, o *meu* corpo feminino trans, e sentem que eu sou a personificação dessa emasculação. Então, frequentemente, quando gritam pra mim na rua, é como se eu fosse uma desgraça para a raça, porque eu sou trans. E eu entendo isso como sendo trauma.

Eu tenho amor – eu tenho tanto amor para os meus irmãos e irmãs negros que mexem comigo na rua, porque eu captei, eu entendo. Eles sentem dor. E eu sinto tão frequentemente que nossos opressores estão sentindo tanta, tanta dor. Eu acho que sempre que alguém precisa expor uma pessoa pelo que ela realmente é, e fazer troça dela, é porque esse alguém não está confortável com quem ele é. Então, se você já se incomodou com outra pessoa, eu peço pra que vocês olhem dentro de vocês primeiro: o que é essa coisa dentro de você mesmo que lhe incomoda? O que é essa coisa dentro de você mesmo que lhe incomoda?…

Eu acho que é importante, quando a gente fala sobre bullying, entender que quando crianças LGBTQI sofrem bullying, é por causa de como eles expressam o seu gênero. Nós ouvimos as censuras anti-gay – é de fato sobre essas crianças não se adaptarem ao sexo que eles receberam ao nascer. Sobre sua expressão (de gênero) não estar atendendo às expectativas da sociedade. Nós temos que começar a criar espaços onde nós possamos expressar nosso gênero de maneiras que são verdadeiras pra nós mesmos. Nesse sistema binário de gênero, a maioria de nós não cabe. E está tudo bem. Eu acho que a violência que tantas mulheres trans encontram – e as mulheres trans negras são vítimas desproporcionais dessa violência – nossa taxa de mortes por homicídio é a maior entre todos os grupos GLBT – e foi de 43% em 2011 para quase 54%! 54% de todos os homicídios GLBT são de mulheres trans, e a maioria mulheres trans negras. Existe uma ligação entre o bullying que fazemos com as crianças LGBTQI e a violência que tantas mulheres trans encontram. O que nós vamos fazer a esse respeito?

Eu acho que amor é a resposta… Cornel West nos lembra que justiça é como o amor se parece em público. E eu adoro essa frase, porque eu sinto que, se pudermos amar as pessoas transgêneras, isso vai ser um ato revolucionário.”

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Eu pensei em só resumir as coisas que ela fala mas achei que eu tinha grande chance de falar m*rda e preferi arriscar a tradução. Não sei como resumir sem diminuir uma experiência que não é minha, que é tão diferente da minha.

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Concordo especialmente com dois pontos do que ela fala.

O primeiro é que as pessoas preconceituosas e violentas têm muito ódio no coraçãozinho. Quem tá feliz e tranquilo vai viver sua vida em vez de destilar ódio por aí. Inclusive eu mesma – quando eu tou feliz, eu me importo só com a minha vida. Basta eu estar triste / chateada / irritada / brava que fico aí de mimimi, comparando minha vida com a dos outros, atazando os outros. Eu acho que discordar e discutir é sempre ótimo, mas quando eu sou agressiva e escrota eu estou dizendo muito mais sobre mim mesma do que sobre o que ou quem eu estou agredindo…

O segundo ponto é: expectativas da sociedade em relação a gêneros. Genteee!, agora que já sabemos que mulher pode usar calça e homem pode chorar, não tá na hora de largar a mão do resto dos estereótipos e ser feliz? Tipo, sério mesmo?

Na segunda passada eu resolvi que ia ser bom ir na aula de alemao, ja’ que eu nao estava mais contagiosa. So’ que eu ainda estava bem horrorosa, com muitas perebas no rosto.

Entre ir com as perebas aparecendo e ir com manchas brancas no rosto, preferi as manchas brancas, que sao menos feias. Lavei o rosto e reapliquei as manchas brancas com todo o cuidado, bem redondinhas e pequenas. Ai depois fiquei tentando me achar bonita mesmo com bolinhas brancas e passei um rimel pra ver se ajudava. Nao ajudou. Ai eu lembrei que o que eu quero nao ‘e me sentir bonita independente das circunstancias, ‘e simplesmente nao precisar ser bonita em circunstancia nenhuma.

Eu fico aqui tentando me convencer que beleza nao ‘e importante, so’ pra falhar miseravelmente quando eu preciso.

Sobre maturidade

Eu nunca gostei desse conceito, maturidade. Primeiro por ser um conceito muito vago; segundo porque me parece que você só pode julgar a maturidade de uma pessoa se for mais madura que ela. Eu posso ser pequena e achar que você é alta, mas não posso achar que você é imatura sem me achar, eu mesma, mais madura que você.

Terceiro porque esse conceito soa, pra mim, como unidimensional. Do tipo, eu tenho maturidade 35, e você, 37. Mas as escolhas e experiências são tão variadas e diferentes, como faz pra definir que as minhas valeram 35 e as suas, 37?

Dando um exemplo mais concreto: eu decidi morar fora sozinha, num lugar frio com gente aborrecida. Nossa, que bonito, o Fulano nunca saiu do país. Em compensação, o Fulano é casado e tem dois filhos – caramba, que bonito, eu nunca tive filhos. Como faz pra dizer quem é mais maduro, sendo que tivemos experiências totalmente diferentes?

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Outro dia estava batendo papo no bar sobre isso – naquela época na qual eu ia no bar, em vez de ficar enfurnada em casa tomando anti-histamínico. Um menino me disse que, pra ele, maturidade é quão bem você consegue lidar com as situações da vida, sem surtar. Se hoje, por exemplo, tanto eu quanto Fulano perdêssemos o emprego, ou tivéssemos catapora, ou ganhássemos na mega-sena, como lidaríamos com essa experiência?

Achei legal a definição, porque acho sim que quanto mais a gente vive e aprende, mais preparados estamos pras coisas que nos acontecem. Ou pelo menos deveríamos estar :D

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Eu gosto de me expor a diferentes experiências e conhecer coisas novas e todo esse blá-blá-blá que todo mundo diz que gosta também. Mas às vezes fico achando que isso é uma grande perda de tempo.

Pois vejamos: dentre as várias coisas que eu sei fazer, incluo desenterrar carros da neve. Eu já desatolei o meu carro e os carros do zoto várias vezes. Se algum dia eu precisar fazer isso, provavelmente vou estar preparada pra fazê-lo sem muito stress, desde que me emprestem uma pá.

Mas qual vai ser a chance de eu precisar disso, quando voltar a morar no Brasil? (aliás até aqui, que não nevou ainda esse ano, ieieiieie!) Se eu ficar quietinha no Brasil, a chance de eu precisar ou poder usar essa minha grande habilidade dirigibilística é zero. Adiantou o quê eu ter me frustrado, ficado com medo, feito força, me sujado, atrasado pra compromissos, passado frio, pra aprender essa habilidade? Só escrever um post mimimi a respeito.

I find the lack of women in this movie disturbing

Assisti de novo Star Wars IV: Uma Nova Esperança e né, um dos melhores filmes da vida e coisa e tal.

A Léia é muito solitária

Mas gente, como as pessoas procriam nesse universo? No filme inteiro, o único personagem feminino é a Leia!

(se eu estivesse prestando atenção provavelmente teria visto a falta de outras minorias – acho que não vi nenhum negro também – mas esse texto é sobre as moças)

Na cena do bar (Mos Eisley Cantina), tem tanto espécime diferente que não dá pra saber quem é menina e quem é menino. Mas todos os seres que interagem com os personagens principais tem características masculinas, ou voz masculina. Os garçons são homens.

Em todas as cenas no centro de controle da Estrela da Morte… só tem homem. Não tem uma capitã, e nenhum dos troopers que não usa penico na cabeça é menina. O Império não gosta de meninas. Mas tudo bem, que o império é mau.

O que me deixou pasma foi a cena dos rebeldes se preparando pra atacar a Estrela da Morte. Centenas de pilotos!, e todos homens. Todos! Mulher não sabe pilotar. Nem as rebeldes.

E no final do filme… a Leia condecora o Luke e o Han. Mas peraê, ela também matou trooper, ela roubou os planos, ela ficou presa, ela caiu no lixo, e não ganha uma medalha!? Ah não, herói é o Luke e o Han. Nhé.

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E aí depois vocês acham estranho que as meninas não curtam sci-fi. Vocês querem que as meninas vejam esses filmes e adorem e se identifiquem. Com quem, cara pálida!?

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Dois textos interessantes: esse e esse.

Sobre o Kaique

Ontem, acharam o corpo de um adolescente morto em SP.

Ele tinha dezesseis anos e foi encontrado sem os dentes. A família acredita que tenha sido porque o rapaz é homossexual.

Que foi crime de ódio, não há dúvida. O que é que um rapaz de 16 anos pode ter feito, pra incitar tanto ódio?

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“O boletim de ocorrência notificou a morte como suicídio”. Até quando vamos ignorar o motivo da violência e fingir que não temos nada com isso? Se foi suicídio, então eu posso continuar contando piada de gay e achando engraçado?

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Aqui na Alemanha eu não acompanho muito as notícias, mas não lembro de ter visto nada nem parecido.

O que tem parecido é que aqui também tem gente de cabeça fechada que acha que ensinar sobre diversidade sexual nas escolas é fazer propaganda homossexual. Porque é claro que orientação sexual, a gente escolhe a que está mais na moda. Curioso que, apesar de toda a propaganda hetero nos filmes, nas novelas, nos livros, na rua, ainda assim tenha gente que não se convença, hein?

Windpocken

Hoje foi o primeiro dia que não foi pior que o anterior. Logo, concluo que estou melhorando. Yey!

Por enquanto, o que tivemos?

Três dias de febre sem outros sintomas. Dois dias de febre e bolhinhas inofensivas se espalhando. Dois dias de febre, bolhinhas inofensivas se espalhando e coçando loucamente. Um dia de bolhinhas coçando pouco – que é hoje.

Gente, o que é isso de coçeira de catapora!? Primeiro que eu tenho muitas, mas muitas bolhinhas. Segundo, que elas coçavam ordenadamente – TODAS ao mesmo tempo! No primeiro dia foi cabeça, rosto, pescoço, ombros, colo. No segundo, costas, braços, barriga. E na segunda noite, as pernas.

Não citei a primeira noite porque nela foi impossível dormir; passei a noite dentro da banheira, vendo uns filmes da década de 50. Seria fino se tivesse espuma na banheira e se eu tivesse uma taça de vinho.

A coçeira ficou entre enlouquecedora e insuportável, na minha categorização. Só depois de passar por ela entendi os vários artigos de mães contando que os filhos rolam pelo chão, incontroláveis. Se eu achasse que rolar pelo chão ajudaria, eu teria rolado também. É muito difícil saber que você tem a solução na ponta dos dedos (coçar!!!!) e não poder. Desejo isso pra ninguém. Fiquei pensando que preferia que essas malditas bolhas doessem.

Felizmente hoje elas estão coçando pouco e tá dando pra ser feliz. Ah, e parece que a febre passou também. Estou animada :D

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Duas pessoas perguntaram, então creio que a América quer saber: catapora em inglês é chickenpox, e em alemão é Windpocken.

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Ganhei do médico um líquido branco secativo, que parece pasta d’água. A rotina das perebas envolve tomar banho, lavar toda a pasta d’água, secar com cuidado, tirar fotos das perebas pro Dr. Felipe (coitado, só se fode comigo) e depois passar de novo a pasta d’água. No começo eu estava aproveitando esse hiato pra ir à farmácia, ou ao supermercado. Agora nem tou ligando mais, e acho que tou mais gata com a pasta d’água – que pelo menos tampa as perebas, né. As pessoas no supermercado hoje ficaram assustadas, e o caixa isolou meu sorvete (juro! tive que ir pegar outro, porque o que ele isolou foi cair quicando no chão e quebrou o plástico). Pelo menos elas têm uma coisa legal pra contar em casa, né?

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Já que eu demoro mesmo uma hora pra passar a pasta d’água, hoje resolvi demorar um pouco mais e contar. Preparados pro número? Descontando costas (que eu não alcanço) e couro cabeludo, são 423 perebas. Acho que se contar tudo, dá umas quinhentas fácil. Muito mais legal quando a gente sabe o número!

windpocken